Faust teve dois golpes aparados pela espada do oponente. Além de grande, ele era rápido pensou. Aparava os golpes de força descomunal de Faust como se fossem desferidos por uma criança. E ainda atacava com força e velocidades inadequadas ao seu tamanho.
Faliel entoava orações à Pentar a fim de proteger seus companheiros. Era difícil fazê-lo entre uma série de esquivas das lanças inimigas. Sua concentração só não foi quebrada por conta de sua fé descomunal em sua deusa.
E Zado buscava incansavelmente o xamã. Ele deveria ser o que portava as vestes mais simples e leves, armado com uma arma comum como um cajado ou tacape. Após uma sondada rápida, o feiticeiro foi capaz de encontrar seu alvo. Ostentando um colar com crânios humanóides, vestindo peles grossas porém cruas, e balançando freneticamente um grande cajado d madeira nodosa e clara.
- Chamas que ardem nas profundezas da terra, eu as invoco! Concedam-me tua fúria! Que meus inimigos queimem!
Tão subitamente quanto às palavras e gestos começaram, eles terminaram em uma grande coluna de chamas aos pés do xamã que não percebeu até que fosse tarde demais.
- Venham aqui montes de pus! Minha maça precisa de mais pedaços de crânios.
Faliel estava engajado em um combate contra duas das criaturas enquanto gritava sua bravata. As criaturas ficaram furiosas com tamanha audácia. Exatamente como o sacerdote esperava. Com dois golpes rápidos e poderosos uma das criaturas teve o crânio esmagado pelo par de maças pesadas, dando ao sacerdote o tempo de sacar um machado largo e pesado de suas costas.
Faust estava com pouco espaço. A imensa criatura tinha muita força para que o terreno pudesse ser aproveitado. E agora, outras duas criaturas se aproximavam de maneira rápida e violenta. Por mais que sua armadura o protegesse foi inevitável receber alguns golpes. Só havia uma saída para abater o líber. E ele precisaria do apóio de Faliel depois da manobra.
- Faliel! Aço em Queda!
- Entendido garoto!
O jovem guerreiro preparou seu golpe. Ele precisava de tempo.





